Lección 32 ª

 

 

 

 

 

   

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Políticas sobre o tipo de câmbio

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Os países, em seu manejo do tipo de câmbio, podem seguir três linhas de atuação:

Tipos de câmbio flexíveis

Tipos de câmbio fixos

Tipos de câmbio mistos

a) Tipo de câmbio flexível

O Banco Central do país não intervém na fixação do tipo de câmbio, deixando que seja o mercado, através da Lei de Oferta e Demanda, quem determine o tipo de câmbio, que irá flutuando ao longo do tempo.

E o Banco Central não intervém em momento nenhum se fala de flotação limpa , e se o faz ocasionalmente de flotação suja .

O próprio tipo de câmbio se encarregará de ir corrigindo os déficits ou superávits de balança comercial que possam ir surgindo.

Por exemplo, se existe déficit quer dizer que se exporta menos do que se importa, então a demanda da moeda nacional será débil e esta irá perdendo valor (seu tipo de câmbio se desvaloriza). Isto provocará que as importações se vão encarecendo e que as exportações se façam mais competitivas, tendendo a corrigir dito déficit.

b) Tipo de câmbio fixo

O Banco Central fixa um determinado tipo de câmbio e se encarregará de defendê-lo, intervindo no mercado comprando e vendendo divisas, para o que utilizará suas reservas.

Se o tipo de câmbio tende a aumentar venderá sua moeda (compra divisas), tratando de aumentar a oferta de sua moeda e evitar que o tipo de câmbio aumente.

Se o tipo de câmbio tende a depreciar-se comprará sua moeda (vendendo divisas) para tratar de fortalecer sua demanda e evitar que o tipo de câmbio baixe.

Pode acontecer que na defensa de um tipo de câmbio fixo o Banco Central chegue a esgotar todas suas reservas, ficando sem recursos para poder seguir defendendo-lo, pelo que se verá obrigado a deixar que flutue livremente.

c) Tipo de câmbio misto

O Banco Central pode estabelecer umas bandas dentro das quais deixará que sua moeda flutue livremente, mas se em algum momento o tipo de câmbio se aproxima perigosamente aos limites estabelecidos intervirá para evitar que saiam fora das bandas estabelecidas.

Por exemplo, o Banco Central de Venezuela poderia estabelecer uma banda de flutuação do bolívar respeito ao dólar entre 950 e 1050 bolívares/$. O Bolívar flutuaria livremente exceto quando se aproxime aos limites marcados, em cujo caso interviria.

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Em geral os Bancos Centrais procuram que os tipos de câmbio de suas moedas sejam os mais estáveis possíveis:

Se acaso se encarece muito dificultará as exportações, o que se traduzirá num déficit da balança comercial e em desemprego.

Se acaso se deprecia muito se encarecerão as importações, o que se traduzirá num forte reponte da inflação.

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